Já perdi a conta de quantas vezes criei um blog. Para mim, todos inúteis e, portanto, todos deletados. Por mais contraditório que pareça, eu não gosto de blogs, não leio blogs. Não com a mesma frequência de amigos e conhecidos do ramo da Comunicação. Leio quando, raramente, tenho paciência, quando o blog pertence a alguém que eu conheça e goste, quando alguma postagem é relevante para a minha existência, ou tudo isso junto de uma vez só!
Ainda não consegui descobrir qual o meu problema com essa ferramenta “internáutica”. Mas isso não vem ao caso. A verdade é que: crio e “descrio” blogs pela minha imensa necessidade de escrever. Acontece que jornalistas não escrevem. Publicam! E para “publicar” textos avulsos, sem sentido, que saem da minha cabeça-nada-normal, tenho que recorrer à internet e ao blog. E este aqui, o “Traduzir-se”, eu realmente gostaria de manter, por pelo menos mais tempo que os outros. Não é por nada em especial, não. É só porque eu preciso extrair da minha mente as milhares de ideias que surgem, e se perdem quase que na mesma velocidade da luz.
O nome “Traduzir-se” é título de uma música do Fagner, escrita por Ferreira Gullar – corrijam-me se eu estiver errada. Gosto da música e do Fagner (oh!), mas escolhi esse nome para o blog apenas e tão somente por significar a verdadeira pretensão deste novo espaço: traduzir ideias e pensamentos perdidos, misturados e contidos nesta pessoa que humildemente escreve palavras que, provavelmente, ninguém vai ler. Até porque, eu mesma gostaria de evitar tal fadiga.
PS: mesmo com tanto uso, nunca aprendi, de forma satisfatória, a usar esta ferramenta. Sendo assim, peço desculpas, antecipadamente, por qualquer erro cometido.
Ainda não consegui descobrir qual o meu problema com essa ferramenta “internáutica”. Mas isso não vem ao caso. A verdade é que: crio e “descrio” blogs pela minha imensa necessidade de escrever. Acontece que jornalistas não escrevem. Publicam! E para “publicar” textos avulsos, sem sentido, que saem da minha cabeça-nada-normal, tenho que recorrer à internet e ao blog. E este aqui, o “Traduzir-se”, eu realmente gostaria de manter, por pelo menos mais tempo que os outros. Não é por nada em especial, não. É só porque eu preciso extrair da minha mente as milhares de ideias que surgem, e se perdem quase que na mesma velocidade da luz.
O nome “Traduzir-se” é título de uma música do Fagner, escrita por Ferreira Gullar – corrijam-me se eu estiver errada. Gosto da música e do Fagner (oh!), mas escolhi esse nome para o blog apenas e tão somente por significar a verdadeira pretensão deste novo espaço: traduzir ideias e pensamentos perdidos, misturados e contidos nesta pessoa que humildemente escreve palavras que, provavelmente, ninguém vai ler. Até porque, eu mesma gostaria de evitar tal fadiga.
PS: mesmo com tanto uso, nunca aprendi, de forma satisfatória, a usar esta ferramenta. Sendo assim, peço desculpas, antecipadamente, por qualquer erro cometido.
Nenhum comentário:
Postar um comentário